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Imagens aéreas e Trash the Dress são a nova moda em vídeos de casamento

7 de outubro de 2015

Ao planejar um casamento, em vários momentos você vai se pegar sonhando acordada com a cerimônia, com a festa e em como cada segundo de dedicação a tantos preparativos valerão a pena. Pensando nisso, investir nas recordações do grande dia é passo importante para eternizar esses momentos inesquecíveis. É assim com o álbum de fotografias e com o vídeo do casório, dois investimentos que merecem um carinho especial e, principalmente, uma pesquisa de bons profissionais. Afinal, ambos vão passar o dia inteirinho ao seu lado, registrando tudo. E a partir do dia seguinte, o que fica são as imagens. É a partir delas que você vai poder reviver esse dia tão especial. Sem falar que vai poder mostrar pros seus filhos e netos, passando adiante a sua história de amor. Pensando nisso, conversei com o Cristiano Oliveira. Um dos principais produtores de vídeo de Petrópolis e Fornecedor Premium selecionado pelo Casório na Serra, ele revelou as principais tendências na edição de vídeos. Vale a pena conferir e planejar o seu…

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Cristiano Oliveira comanda um drone

Cristiano Oliveira comanda um drone. Foto: Léo Guimarães

– Qual é a principal tendência nos vídeos de casamento?

Cristiano: As imagens aéreas a cada dia estão fazendo mais parte dos filmes de casamento. Com essas imagens temos ângulos que antigamente só conseguiríamos com um helicóptero e um custo elevadíssimo. Inviável para casamentos. Hoje em dia temos equipamentos, como multirotores (também conhecidos como drones) profissionais, que são usados para produção dessas imagens. E o melhor: com um custo beneficio bem baixo, já que com essas imagens  elevam o filme a um outro nível.

– Além das imagens aéreas, tem alguma outra novidade que você gostaria de destacar?

Cristiano: Hoje em dia a captação das cenas está se estendendo além do dia casamento. Cada vez há mais procuras de Destination Wedding, de Trash the Dress, momentos que darão ainda mais emoção e conteúdo ao filme do casal.

Petrópolis vista de cima pelo drone comandado pelo Cristiano Oliveira

Petrópolis vista de cima pelo drone comandado pelo Cristiano Oliveira

– A edição cada vez mais se aproxima a um teaser/trailer de cinema. Quais são os recursos usados para transmitir esse efeito?

Cristiano: Existem vários recursos para isso, muito estudo, câmeras, roteiros, linguagem de captação, linguagem de edição e etc. Esses são alguns exemplos que usamos para transmitir esse perfil cinematográfico.

– Nesses 12 anos de carreira, qual foi a principal transformação na cobertura dos casamentos?

Cristiano: Os noivos, a cada dia, estão mais exigentes. Não querem simplesmente um filme de registro, que irão assistir uma vez só e guardar nas suas gavetas. Eles querem um filme para se emocionar, para vivenciar cada sorriso, cada lágrima de seus amigos e familiares. Essa foi a grande mudança e poucos profissionais conseguem isso, porque se exige muito do profissional.

– Qual experiência em Trash the Dress o marcou? Por que?

Cristiano: Sim, cada dia mais se pede o acompanhamento do cinegrafista, nesses ensaios. Sobre a experiência que mais me marcou, posso citar o último que fizemos, que foi em Gramado-RS. Quando fazemos um filme de casamento eu já conheço os noivos e sei qual o perfil do casal. Em cima disso, já penso em qual linha seguirei no filme deles. Isso demanda tempo, pois quando se produz um filme com a linguagem que usamos, a ideia não aparece de um dia para o outro. Pensando assim, fizemos um pré roteiro antes da viagem com o casal para Gramado, para escolhermos quais seriam os locais que faríamos as imagens. Chegando lá, por causa da chuva, tivemos que mudar todos os planos. Em uma noite tive que reformular todo o meu filme. Foram incluídas locações que inicialmente não teríamos, como uma capelinha que demoramos cerca de uma hora para achar no meio do nada. Outra locação foi o Templo Budista, achado no meio do caminho entre Gramado e Santa Catariana. Mesmo com todos esses contratempos, conseguimos produzir um filme magnífico. Posso citar também a amizades que criamos com os noivos e a aventura que é produzir um Trash the Dress. Com certeza, essas aventuras vividas servirão de histórias para futuras gerações do casal e minhas também.

Ficou curioso para ver todos os detalhes desse Trash the Dress, citado pelo Cristiano, realizado em Gramado? Em breve ele estará aqui, no Casório na Serra 🙂

 

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